Necrologia
Mª do Carmo Raposo
04 fevereiro 1925
-
13 agosto 2017
nome: Maria do Carmo Pereira Raposo
idade: 92 anos
naturalidade: Ginetes, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: José Pereira Raposo
mãe: Angelina da Conceição
velório: 13-ago-2017 a partir das 17:30 na Igreja Paroquial de Ginetes, São Sebastião
celebração: 14-ago-2017 - 17:00 na Igreja Paroquial de Ginetes
funeral: 14-ago-2017 - após a celebração
cemitério: Ginetes
idade: 92 anos
naturalidade: Ginetes, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: José Pereira Raposo
mãe: Angelina da Conceição
velório: 13-ago-2017 a partir das 17:30 na Igreja Paroquial de Ginetes, São Sebastião
celebração: 14-ago-2017 - 17:00 na Igreja Paroquial de Ginetes
funeral: 14-ago-2017 - após a celebração
cemitério: Ginetes
- selecione o mês
- Agosto 2017
Ir para data
por MARIA DO CARMO SA , em 13 agosto 2017
OS MEUS SENTIMENTOS A TODA A FAMILIA DESCANSE EM PAS
por Maria Freitas , em 13 agosto 2017
Paz a sua alma
por Ribeiro Conchita , em 13 agosto 2017
Paz a sua alma
por Maria Rocha, em 13 agosto 2017
Rip
por Osvaldo Aguiar, em 13 agosto 2017
Sentidos pesamos para toda a família, e que a Srª Maria do Carmo descanse em paz.
por Funerária Ferreira, em 13 agosto 2017
"A morte não é nada.
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
«Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar…
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»

