Necrologia
Maria Ferreira
15 novembro 1924
-
28 julho 2015
nome: Maria Eduarda Leandro de Medeiros Frazão Hintze Ferreira
idade: 90 anos
naturalidade: São Sebastião, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: Armindo de Medeiros Frazão
mãe: Celestina Leandro de Medeiros Frazão
velório: Ressurreição, Fajã de Baixo
celebração: 29-jul-2015 - 09:00
funeral: 29-jul-2015 - 09:30
cemitério: São Joaquim
idade: 90 anos
naturalidade: São Sebastião, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: Armindo de Medeiros Frazão
mãe: Celestina Leandro de Medeiros Frazão
velório: Ressurreição, Fajã de Baixo
celebração: 29-jul-2015 - 09:00
funeral: 29-jul-2015 - 09:30
cemitério: São Joaquim
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- Julho 2015
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por Airam Medeiros , em 28 julho 2015
Que A Sua Alma Descanse Em Paz Amém!!! Os meus pêsames a família e muita força para superar este enorme vazio!!! Busquem em Deus toda esta força !!!
por Odilia Aguiar Lindo , em 28 julho 2015
Descansa em paz
por Fernando Cardoso, em 28 julho 2015
Paz à sua alma meus sentidos pesamos à família
por Zulmira (Zu), em 28 julho 2015
Perde-se uma grande alma. Condolências à familia.
por Funerária Ferreira, em 28 julho 2015
"A morte não é nada.
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
por Até Sempre, em 28 julho 2015
«Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar…
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»

