Necrologia
Zélia Ferreira
24 novembro 1937
-
14 março 2015
nome: Zélia Maria Vicente Cabral Ferreira
idade: 77 anos
naturalidade: Santa Clara, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: Francisco Vicente Cabral
mãe: Alzira Carreiro Cabral
velório: 14-Mar-2015 em Ressurreição, Arrifes
celebração: 15-Mar-2015 - 13:30
funeral: 15-Mar-2015 - 14:00
cemitério: São Joaquim, Ponta Delgada
idade: 77 anos
naturalidade: Santa Clara, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: Francisco Vicente Cabral
mãe: Alzira Carreiro Cabral
velório: 14-Mar-2015 em Ressurreição, Arrifes
celebração: 15-Mar-2015 - 13:30
funeral: 15-Mar-2015 - 14:00
cemitério: São Joaquim, Ponta Delgada
- selecione o mês
- Agosto 2016
- Março 2015
Ir para data
por Anónimo, em 14 agosto 2016
Os meus sentidos pesâmes .
por Funerária Ferreira, em 16 março 2015
"A morte não é nada.
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
por Até Sempre, em 15 março 2015
«Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar…
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»

