Necrologia
Luís Sousa
13 maio 1966
-
04 março 2015
nome: Luís Manuel Soares Cordeiro de Sousa
idade: 48 anos
naturalidade: Fajã de Cima, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: António Cordeiro de Sousa Pedro
mãe: Maria Gilda do Rego Soares Cordeiro
velório: 06-Mar-2015 na Igreja Nossa Senhora da Oliveira em Fajã de Cima, Ponta Delgada
celebração: 07-Mar-2015 - 10:00
funeral: 07-Mar-2015 - 10:30
cemitério: Fajã de Cima, Ponta Delgada
idade: 48 anos
naturalidade: Fajã de Cima, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel
pai: António Cordeiro de Sousa Pedro
mãe: Maria Gilda do Rego Soares Cordeiro
velório: 06-Mar-2015 na Igreja Nossa Senhora da Oliveira em Fajã de Cima, Ponta Delgada
celebração: 07-Mar-2015 - 10:00
funeral: 07-Mar-2015 - 10:30
cemitério: Fajã de Cima, Ponta Delgada
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por Helena Pereira , em 24 agosto 2016
Lamento imenso . As minhas sentidas condolências á sua família e amigos . Descanse em Paz . Até um dia .
por Margarida Sousa, em 08 março 2015
Ate Sempre Luis deixas muitas Saudades Descansa em Páz
por nene, em 07 março 2015
Que deus o receba na sua gloria, descansa em paz até sempre
por Joana Costa, em 07 março 2015
Eterno descanso
por Dina Costa, em 07 março 2015
DEscansa em paz
por Artur Ulisses, em 06 março 2015
Sentidas condolências à familia.
por Funerária Ferreira, em 06 março 2015
"A morte não é nada.
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
Apenas passei ao outro lado do mundo.
Eu sou eu. Você é você.
O que fomos um para o outro, ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
como sempre se pronunciou,
sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora da tua vista?
Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.”
Santo Agostinho
por Até Sempre, em 06 março 2015
«Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar…
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.»

